Não guardamos o seu currículo.
Não é uma promessa vaga. Aqui está exatamente o que acontece ao seu texto, passo a passo.
O que acontece ao seu currículo
Se enviar um arquivo, ele é lido no seu próprio aparelho. O PDF ou o Word nunca saem do seu telemóvel ou computador — só o texto de dentro é enviado.
Esse texto passa pelo servidor durante o tempo do pedido e desaparece quando ele termina. Não é escrito em base de dados, não é escrito em arquivo, e não é escrito nos registos do servidor.
Não treina modelo nenhum. Nem o nosso, nem o de terceiros.
O CPF e o RG saem antes de tudo
Em Portugal esses números não vão no currículo, e não fazem falta a quem recruta. São removidos por código, antes de o texto chegar ao modelo — não é o modelo que decide isso.
O mesmo vale para o NIF: se o modelo inventar um, ele é apagado da resposta.
Não pedimos nada sobre si
Não há cadastro, não há senha, não pedimos email e não usamos cookies. Não há banner de consentimento porque não há nada para consentir.
O que guardamos, e é só isto
Um contador de quantos currículos foram adaptados — um número inteiro, sem nada dentro.
Uma contagem de pedidos por hora, para travar abuso. O seu endereço de internet nunca é escrito em claro: vai resumido, e o resumo não se desfaz. Chega para contar sem guardar quem é.
Um limite de 20.000 caracteres por currículo, que é técnico e não tem nada a ver com dados.
Quem mais vê o texto
O texto é enviado ao modelo AMALIA, que corre num serviço do Hugging Face. É a única coisa que sai do nosso servidor, e vai sem nada que o ligue a si.
A Vercel, que aloja o site, vê os pedidos como qualquer alojamento vê — mas o conteúdo do currículo não é registado em lado nenhum.
Os seus direitos
O RGPD dá-lhe o direito de aceder, corrigir e apagar os seus dados. No Falatuga não há nada disso para fazer, porque não há nada guardado para aceder, corrigir ou apagar.
Se tiver dúvidas, fale com quem fez isto: carlosimlau.com.