Feito para quem chegou há pouco.
Um currículo escrito no Brasil está certo — só está escrito no português de lá. Quem recruta em Portugal lê “celular”, “cardápio” e “estoque” e percebe logo que a pessoa acabou de chegar. O Falatuga traduz essa distância.
Como é que isto funciona
O que não pode falhar é feito por código, com uma lista de 445 palavras escrita à mão e testada. É o código que remove o CPF e o RG, que protege o COREN e a CLT, e que troca o vocabulário.
Ao modelo pede-se só uma coisa: reescrever. Ele é bom a isso e mau a obedecer a regras — por isso nada que não possa falhar lhe é pedido.
A AMALIA
O Falatuga usa a AMALIA (AMALIA-9B-0626-DPO), o modelo aberto de português europeu, sob licença Apache 2.0. É desenvolvida por um consórcio de universidades e centros de investigação portugueses, numa colaboração financiada pelos Programas de Desenvolvimento e Inovação do Governo de Portugal.
Universidade NOVA de Lisboa, Instituto Superior Técnico, Universidade de Coimbra, Universidade do Porto, Universidade do Minho, Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Universidade da Beira Interior, Universidade de Évora, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.
Independência
O Falatuga é um projeto independente, sem qualquer afiliação ao consórcio AMALIA ou ao Governo de Portugal. Usa a AMALIA porque ela é aberta, e credita-a por isso.
Quem fez
Carlos Imlau, fundador do Tapinfy, a viver em Vila Nova de Gaia.